“O Camus, que tinha um coração compassivo, foi um personagem de quem gostei.”

 

   Na hora que o Camus derrota o Hyoga, seu discípulo, quando ele diz: “É para o seu próprio bem” e, pelo menos, se dá ao trabalho de fazê-lo com suas próprias mãos, ele está pensando no pupilo, não é verdade? É por esse motivo que, não importava qual fosse a ocasião, eu tencionava imprimir no Camus os matizes de um papel humano. Nesse mesmo sentido, trata-se de um personagem pelo qual tenho um apreço extraordinário.

Protagonista de algumas das cenas mais emocionantes da animação, o senhor Rokurō Naya realizou um trabalho incomparável na construção do papel do Cavaleiro de Aquário

   Eu gostei da cena em que, por fim, os 2 se aniquilam mutuamente e também ficaria contente se os espectadores compreendessem o sentimento de consideração para com os amigos ou companheiros ao vê-la.

Graças à sublime atuação do senhor Rokurō Naya e do senhor Kōichi Hashimoto, o episódio 67 se consolidou como uma das obras-primas da animação japonesa

   O meu filho está lendo “Seiya” e, às vezes, ele me ensina algumas coisas, como a forma de ler os [nomes dos] cavaleiros. (Risos.)

   Além disso, ele também me perguntou: “Mesmo que morra, o Hyoga certamente voltará à vida; sendo assim, o que será do Camus, hein?” (Risos.)

   Na próxima, acho que vou tentar perguntar ao mestre Kurumada, não é? (Risos.)

O senhor Rokurō Naya também foi o intérprete do soturno Sensui, o grande vilão da segunda parte do seriado Yū Yū Hakusho

Share.

Aficionado sectário de Saint Seiya desde 1994, sou um misoneísta ranzinza. Impelido pela inexorável missão de traduzir todas as publicações oficiais da série clássica, continuo a lutar. Abomino redublagens.

Leave A Reply

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Don`t copy text!
Exit mobile version