Autor: Fábio Vaz Mendes

Aficionado sectário de Saint Seiya desde 1994, sou um misoneísta ranzinza. Impelido pela inexorável missão de traduzir todas as publicações oficiais da série clássica, continuo a lutar. Abomino redublagens.

A Grande Enciclopédia dos Cavaleiros O Cavaleiro-Fantasma de Cruzeiro do Sul. Ressuscitando graças ao poder de Éris, luta com Hyoga. No duelo, lançou mão de investidas tão baixas que chegam a ser totalmente impensáveis para um cavaleiro, como se debruçar sobre o cisne e esganá-lo. Além disso, é daquele tipo de bastardo egoísta que diz “Não há necessidade de falar!” depois de ele mesmo puxar conversa com a gente. Técnica assassina: Trovão do Cruzeiro do Sul

Read More

A Grande Enciclopédia dos Cavaleiros Renunciando completamente à piedade ao colocar a máscara, é um homem que mais parece um demônio. Na verdade, ao receber um golpe diabólico de Arles, ele sofreu uma lavagem cerebral para treinar Ikki como um cavaleiro que queima seu cosmo com ódio. Embora cubra seu rosto com uma máscara, é óbvio que não se trata de uma mulher. Progenitor de Esmeralda, é chamado de “papai” pela garota. Recentemente, foi identificado pelo Cosmo Special como “Guilty”.

Read More

A Grande Enciclopédia dos Cavaleiros O Cavaleiro de Bronze de Fênix, o mais poderoso dos combatentes. Subjugou os cavaleiros negros depois de esmagá-los sozinho. Seu poder está além dos limites do bronze. Uma vez, conspurcou-se de maldade e se voltou contra Seiya e os demais; porém, recuperou a ternura de outrora no decorrer da batalha, convertendo-se em um confiável aliado. Dotada de uma capacidade de autorreparação inexistente até mesmo nos trajes dourados, mesmo que seja estilhaçada, a veste que protege seu corpo, a armadura de Fênix, logo se regenera. Técnicas assassinas: Ave Fênix e Golpe-Fantasma de Fênix

Read More